
Em nossa última aula presencial, ocorrida no dia 03 de junho, nos reunimos para literalmente por a prova nossas aprendizagens a respeito da Epistemologia Genética.
Não foi realizado nenhum teste, prova ou algo que lembre os moldes das “sabatinas” tradicionais, onde precisamos estudar horas a fio, especificamente para prestar um exame, que receberemos imóveis, nos debruçaremos sobre ele com mãos frias e olhos fixos, já que o olhar para o colega pode levar a uma má interpretação por parte do professor, que caminha atento e calado entre as classes devidamente afastadas de uma sala silenciosa e apavorantemente preocupada em provar, através das perguntas do professor, tudo o que conseguiu aprender sobre a matéria.
Não, não foi assim nossa experiência nesta aula, mas foi algo que de fato me fez medir de uma forma diferente o que tenho conseguido aprender não só sobre a Pedagogia Relacional e o construtivismo, mas principalmente sobre minhas inclinações profissionais, sobre como aprendo e como meu aluno aprende e o quanto podemos aprender juntos.
Nunca imaginei que em meio a tantos conceitos, com tanta gente falando juntas e num ambiente quase que pueril, eu poderia fazer, ajudar a fazer e ver fazer tantas construções, sem auxilio de livros, ferramentas multimídia, etc. Apenas nossas cabeças, nossas parceiras de trabalho, o que inclui a figura da professora que orientava, circulava, compartilhava todos os momentos da construção dos mapas que ao final, para mim, soaram como a materialização de tudo que eu pensava não saber, mas só não havia feito a pergunta correta!